No velório da Bispa Keila Miranda, um membro da Assembleia de Deus Brás (ADBrás), que preferiu não se identificar por medo de represálias, concedeu uma entrevista ao youtuber Paulo Souza, do canal “No Entanto”. Durante a conversa, ele trouxe à tona especulações que circulam nos bastidores da igreja sobre as circunstâncias da morte da religiosa.
Segundo o depoente, há rumores de que o corpo da bispa não passou por autópsia, pois sua morte não teria sido natural ou acidental, mas sim induzida por uma dosagem excessiva de medicamentos administrados por sua cuidadora ou por pessoas responsáveis por sua saúde.
“Disseram nos bastidores da igreja que o corpo dela não poderia passar pela autópsia porque a morte dela não foi acidental nem natural, mas foi induzida pelos remédios que ela recebeu”, afirmou.
O entrevistado também alegou que a família não teria autorizado o encaminhamento do corpo ao Instituto Médico Legal (IML), levantando suspeitas entre os fiéis.
“Ficou constatado que não deixaram ela passar pelo IML. Os seguranças dela soltaram um áudio dizendo que o corpo não poderia ir ao IML”, revelou.
A comparação com a morte do cantor Michael Jackson também foi mencionada. “Acho que pode ter sido induzido, com certeza, igual ao Michael Jackson. Ela estava doente, mas não era para isso, não era para morrer. A mulher de Deus não morreu à toa não, mataram ela” disse o membro da ADBrás em velório.
Outra informação levantada pelo entrevistado foi uma suposta profecia feita pela missionária Cristina Maranhão, que teria alertado que “o Brasil iria chorar”. Para ele, a perda da bispa Keila Miranda é um chamado divino para o Bispo Samuel Ferreira. “Isso é para o Bispo Samuel Ferreira entender que, por mais dinheiro e poder que ele tenha, ele não pode evitar a morte”, afirmou.
A morte da bispa Keila Miranda gerou grande comoção entre os fiéis e lideranças religiosas. Até o momento, não houve pronunciamento oficial da ADBrás ou da família sobre essas especulações. O caso segue cercado de mistério e aguarda esclarecimentos das autoridades competentes.